No primeiro semestre de 2020, chegou ao Brasil a plataforma Brodr (https://brodr.com). Um marketplace para compra e venda de ativos musicais regularmente constituídos nos termos da Lei 9.610/1998 – Lei de Direitos Autorais. Os idealizadores desta startup são, Ricardo Capucio (Naples, EUA), advogado especialista em Direitos Autorais e das Tecnologias, e Ricardo Drummond (Vancouver, Canadá), investidor do mercado financeiro. Embora seja recente no Brasil, seu business design já vinha sendo formatado há algum tempo.

O cantor, compositor e advogado Guilherme Franco, conheceu os serviços da Brodr por indicação de amigos artistas. Hoje ele é hunter da empresa, um dos representantes da Brodr no Brasil e entusiasta da ideia. Ele acredita que, após o surgimento das plataformas digitais, essa será a próxima revolução do mercado fonográfico. “Buscando conhecimento, acabei encontrando o material do Ricardo Capucio e comecei a acompanhá-lo em lives. Senti-me encorajado e enviei um e-mail à BRODR contando minha história. Disso, tornei-me aluno do curso que o Capucio oferecia sobre carreira artística e estratégias, envolvendo direitos autorais. Ali, em meados de 2020, começava uma parceria frutífera”, conta Guilherme.


Guilherme Franco, 35 anos, é natural de Jataí (GO), filho de um advogado e uma artista (Ana Lúcia, da dupla Irmãs Freitas – 16 discos gravados, ganhadoras de Disco de Ouro nos anos 1980). Ele cresceu cercado por instrumentos musicais e livros, o que o que o impulsionou à profissão de advogado, mas sempre amando muito a música. “Minha proximidade com as palavras fez com que a composição se tornasse um hábito. Em 2017, já contava com o acervo de 250 composições, algumas já gravadas por artistas do meio cristão, como Gabriela Rocha, Leonardo Gonçalves, DJ PV, Julia Vitória, Bruna Karla, Weslei Santos, entre outros”, conta.

Guilherme explica que a plataforma Brodr consiste em uma ‘Bolsa de Valores’ da música. Porém, em vez de empresas, temos geradores de conteúdo: direitos autorais (ligados à composição de uma obra lítero-musical) e direitos conexos (ligados ao fonograma e videofonograma). E, em vez de ações, temos as obras ou os fonogramas em questão”.

O hunter da Brodr diz que, com o surgimento das plataformas digitais, a música deixou de ser um produto a ser vendido para se tornar um serviço a ser fidelizado. Com o crescimento dos serviços de streaming, bem como do seu engajamento e monetização, o cenário atual vem surpreendendo as melhores previsões do setor. “Grandes majors e outros players têm batido recordes de arrecadação, com previsão de que, até 2030, esse mercado cresça a dois dígitos, vertiginosamente. Vários investidores têm apontado a música como um mercado que ‘se valoriza mais do que o ouro e o petróleo’ a longo prazo”, ressalta.

Guilherme foi o primeiro compositor independente do gênero e estilo musical no Brasil, a negociar um acervo musical com a plataforma: “Quando o pessoal da Brodr analisou meus ganhos e meu acervo, decidiram me dar essa oportunidade. Então, foram meses de reuniões com a minha associação ABRAMUS (Associação Brasileira de Música e Artes) e com a minha editora Sony ATV, alinhando contratos e definindo as diretrizes do negócio. Fiz um projeto arrojado para chamar a atenção dos investidores. E meu nome foi escrito na história da música brasileira como o primeiro compositor do Brasil a negociar ativos musicais. 

Guilherme diz que esse tipo de negócio, ligando o investidor ao artista, “é o grito de independência que todos do segmento esperavam ouvir”. Ele explica que é uma independência saudável, que vai dar a todos condições de fomentar a sua carreira com ou sem gravadoras e selos.

Depois da criação desta plataforma, já existem outros projetos da empresa brodr.com em vista. De acordo com Guilherme, em 2021, será aberto o mercado secundário, ou seja, aquele investidor que comprou uma cota a um valor ‘X’ poderá vender e comprar, de acordo com as regras normais de mercado, assim como funciona no mercado de ações. “Existem outros grandes projetos vindo aí. Em breve vamos divulgar”, antecipa Guilherme.

O representante da Brodr no Brasil deixa uma mensagem ao público sobre a importância desse e-commerce e sua usabilidade: “Conheça, leia sobre ativos musicais e se informe! Eu nunca me interessei por mercado financeiro, por considerar de difícil entendimento, e investir onde não entendo nunca foi um bom negócio aos meus olhos. Mas, modéstia à parte, do mundo da música eu conheço bem. E quando ouvi pela primeira vez essa ideia totalmente inovadora, pensei: ‘meu Deus, que sacada!’. Realmente, fiquei muito empolgado, mas pensando que era muito bom para ser verdade, que estava fácil demais. Mas, ao longo do tempo, vi que não era fácil, mas sim, perfeitamente possível. Houve muito desafio em nossa legislação (a plataforma é regida nos termos da Lei 9.610/98 – Direitos Autorais – e pela Coryright Law – EUA), como também em mostrar solidez e lastro para as entidades brasileiras, por vezes muito conservadoras, e com razão. Porém, ao ver a reação de pessoas com mais de 30 anos de carreira no cenário comemorando a chegada dessa prática no Brasil (o que já é uma realidade lá fora) minhas expectativas aumentaram. Hoje, vejo a Brodr como uma injeção otimizada de investimentos em nosso setor. Agora, além de ser objeto de investimentos, posso também investir em um mercado mais tranquilo, que não se desestabiliza por declarações de autoridades ou por situações políticas. Pode ser considerado um investimento conservador, porém, com uma rentabilidade muito maior do que as opções de renda fixa existentes. Isso, aos ouvidos dos investidores, ‘soa como música’.

Para mais informações, acesse: www.brodr.com

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(62) 9.9807-0491 (Guilherme).

Brodr:

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Por Ana Paula Costa
Jornalista – Assessoria de Imprensa Cantor Guilherme Franco
anacostacomunicacao@gmail.com